sábado, 2 de fevereiro de 2008

Meu momento...


Tenho mesmo que escrever?
hehehe...
Tá bom, não deve ser tão difícil assim! Tenho lido muito e acho que isso fez com que eu tivesse vontade de escrever.

Dizem por aí, que quando estamos tristes tudo fica mais bonito. As palavras, os desenhos, as pinturas, as cenas teatrais... Talvez essa seja a chance de que este blog também fique bonito!
É... no momento estou triste. Triste por ver um alguém triste. Triste por me sentir incapaz de fazer alguma coisa. Triste por saber que atrapalho em vez de ajudar.

Sabe o que é carregar uma grande culpa? Dói o coração e tudo o que é nervo do corpo, né? É... estou assim e acho que não sou a única pessoa na face da Terra.
Além de tudo, estou rodeada de pressões. De todos os lados vêm bombas para eu segurar. Não é difícil fazer o que me pedem, só que ajo com meu coração primeiro. Sempre acho que estou certa fazendo desta maneira... mas poxa! Vejo que não. Demorei para acordar e ver que já passou da hora de agir com a razão. Sou mulher, tenho alma de criança ainda. E que coisa, parece que não é assim que tem que ser!
Por isso digo que ainda estou me descobrindo...
A vida cobra algumas coisas que normalmente não são como gostaríamos, levo alguns tapas na minha cara com muita razão. Acho que está mais que na hora de eu seguir o que a vida me cobra e eu insisto em não fazer.

Estou sensível. Já sou, mas nossa! Este meu pé luxado e imobilizado tem me dado agonia.
Quero sair... ajudar minha mãe, entregar meus projetos. Isso com certeza aconteceu para eu dar valor ao tempo e a mim mesma. É terrível ver o tempo passar e você não poder fazer nada.

Vou parando por aqui... Observe o quadro de Van Gogh..."O Quarto".
Arte é arte. Eu estou me sentindo como se estivesse neste quarto. Você ao ver, pode sentir o que quiser!


Beijão!


Um comentário:

Fabiana Louro disse...

Oi Róbi
hehehehe, q legal q vc tbm tem um blog.

A respeito da sua postagem: é mto bom nos descobrir, descobrir pra q viemos a esse mundo, o q nos faz bem e o q nos faz mal, as nossas limitações, mas principalmente nossas capacidades, nossas forças e a beleza (seja na arte, no mundo e em nós).

Até hoje na Funda
beijo